sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

AINDA SE RECORDAM?


Eram de um verde selva, lindas e brilhantes! Sempre que tinha uma era dia de festa! Recordo com emoção o dia em que o 1º Sargento Careto, sobre a sua secretária tinha "montanhas" de notas para distribuir pelos soldados como forma de pagamento do Pré. Nesse dia a festa durava até a luz se apagar.

Nesta foto o 1º Sargento Careto e eu.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A VOZ DA REVOLUÇÃO

Do Blog do meu amigo José Louro, captei estas imagens, sempre notórias, visto fazerem referência não só ao tempo como à zona. Consta no jornal da Frelimo algumas actividades referenciadas no distrito de TETE, zona de Chicoa e proximidades. Pela sua importância enquanto documento histórico aqui quero agradecer ao José Louro pela cedência destas imagens, que podem ser vistas na integra no seguinte endereço: http://o-lado-oposto.blogspot.com/


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

HÁ FACTOS QUE JAMAIS SE ESQUECEM.

Olá, amigo Pessa
Estas imagens revelam bem a dureza daquela vida e a resistência física e psicológica que muitas vezes era necessária para a enfrentar.
Não fiquei naquela maldita guerra ( que muitos querem branquear) por um triz. Um dia, depois de um forte tiroteio na picada, perto do aldeamento da Chiboea, tive de pedir ajuda ao enfermeiro porque o sangue que me corria da cabeça era muito. Meu Furriel, disse-me ele, foi uma bala que o atingiu de raspão e lhe queimou uma parte do couro cabeludo. Lá veio o helicóptero e lá fui mais uma vez parar ao hospital de Tete. Enfim, coisas que nunca mais esquecem.
Um abraço
Afonso Gil
Cenas da guerra:

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O MAJOR EMIDIO VICENTE

Fotos tiradas pelo Major Vicente algures em África, num daqueles momentos de instinto. A primeira foi premiada, e é demonstrativa do poder real da guerra, não deixa dúvidas a quem lá esteve que o perigo espreitava a cada momento.
Parabéns Maj. Vicente e obrigado por partilhar connosco esses momentos.








segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

LÁ LONGE ONDE O SOL CASTIGA MAIS

"Onde o sol castiga mais".

"Quem nunca viu,
nem nunca andou
a combater
não dá valor
nem sabe o que é sofrer
ter de matar, para não morrer
Saber sofrer sem chorar
saber chorar sorrindo
Lá longe
Onde o Sol castiga mais
não há suspiros nem ais
Há coragem e dor
e à noite com os olhos postos nos Céus
rogamos ao nosso Deus que nos dê a Salvação.
E quando alguèm do nosso grupo cai
ainda piora, ainda sofremos mais
Faz-no sentir,faz-no pensar:
talvez da pròxima vez,
seja eu quem vá tombar".
Letra e Música de Paco Bandeira.
Uma homenagem aos combatentes Portugueses que cairam em terras do Ultramar.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

CONSTRUÇÃO DE UM ABRIGO

A construção de um abrigo anti-morteiro é uma questão muito relevante em contextos de conflito e segurança, especialmente em áreas onde há risco de ataques com armas de artilharia ou morteiros. Esses abrigos são projetados para proteger os indivíduos de explosões e fragmentos resultantes de tais ataques. Aqui estão alguns aspectos importantes a considerar na construção de um abrigo anti-morteiro:
1. Localização
A escolha do local é fundamental. 
O abrigo deve ser construído em uma área que minimize a exposição a áreas de impacto previsíveis. Idealmente, deve estar afastado de estruturas que possam ser alvos diretos.
2. Materiais
Os materiais utilizados na construção devem ser capazes de suportar impactos e explosões. Geralmente, recomenda-se o uso de:
  • - Betão armado: Oferece alta resistência e durabilidade.
  • - Aço: Pode ser utilizado em combinação com betão para aumentar a resistência.
  • - Terra e madeira: Camadas de madeira e terra podem ser usadas como amortecedores naturais contra explosões.
3. Estrutura
A estrutura do abrigo deve ser projetada para suportar pressões extremas e ondas de choque. 
4. Acessos
As entradas devem ser projetadas para minimizar a exposição. Portas blindadas e, se possível, um sistema de entrada em ângulo (como um corredor) podem ajudar a proteger os ocupantes.
5. Ventilação e Conforto
Embora a segurança seja a prioridade, a ventilação adequada é crucial para garantir a sobrevivência em situações prolongadas. Sistemas de ventilação que possam ser selados durante um ataque são recomendados.
6. Equipamentos e Suprimentos
Um abrigo anti-morteiro deve estar equipado com suprimentos essenciais, como água, alimentos não perecíveis, kits de primeiros socorros e meios de comunicação para alertar sobre a situação externa.
7. Treinamento e Planos de Emergência
Além da construção física, é importante que os ocupantes sejam treinados sobre como agir em caso de um ataque. Planos de emergência devem ser estabelecidos e praticados regularmente.
8. **Manutenção
A manutenção regular do abrigo garante que ele permaneça em boas condições e pronto para uso em caso de necessidade.
Considerações Finais
A construção de um abrigo anti-morteiro é uma abordagem prática para a proteção em situações de risco. No entanto, a prevenção de conflitos e a busca por soluções pacíficas são sempre as melhores estratégias a longo prazo.
Durante a guerra do Ultramar foram muitos os abrigos que se construíram com a força e o suor dos soldados portugueses.
Na foto, da Esqª p/Dtª : Miguel (bate-chapas); Vitor Vera (condutor) e Veloso (mecânico).

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

ENCONTRO DO BCAÇ 3843 - 1995 - 2ª parte

Fotos enviadas pelo nosso camarada Braz Lopes e que referem o Encontro de 1995. (2ª parte)