sábado, 26 de março de 2011

MOCUBA NO CORAÇÃO

Recentemente aderi a um grupo de ex-residentes e amigos de Mocuba e inevitavelmente as memórias começam a surgir. Ao principio um bocado enferrujadas, pois a idade e o tempo já fizeram esquecer alguns pormenores. No entanto e como alguns de nós têm sempre aquela curiosidade em saber noticias e ver imagens das terras por onde passámos e compartilhámos momentos agradáveis, quer com camaradas quer com civis.
Por tudo isto aqui vou deixar algumas imagens que algumas pessoas ex-residentes ou naturais de Mocuba, partilharam comigo.

Na 1ª imagem, podemos ver a rua principal. Ao fundo o edificio onde estava a messe. Na 2ª imagem o edificio dos Correios.

Nesta imagem podemos ver a D. Beatriz, proprietária da "Palhota" onde muitos de nós íamos almoçar ou jantar. A D. Beatriz primava pela simpatia e pelo sorriso sempre franco.
Nestas imagens podemos ver o complexo da piscina e uma vista aérea da cidade nessa época.
Aqui uma imagem mais recente com as ruas já alcatroadas depois de um longo periodo de tempo em que as ruas mais pareciam as picadas de Chipera.

sábado, 19 de março de 2011

GUERRA DO ULTRAMAR? GUERRA COLONIAL!

Voltamos a este tema que nos é particularmente sensível: a Guerra Colonial. Não só por causa do discurso reaccionário de Aníbal Cavaco Silva, numa cerimónia de cariz conservador, organizada pela Liga dos Combatentes, comemorando os 50 anos do início da Guerra, mas sobretudo por ter recebido uma mensagem comovente de um camarada de tropa, que testemunhou um acontecimento significativo por nós vivido em 1972, em plena guerra em Chipera, Tete, Moçambique.

Transcrevo com a compreensão do autor: “ Recordo-me perfeitamente de no final de 1972 aparecer um avião com a polícia militar de luvas brancas e levar um furriel rebelde. Para evacuar feridos no mato, quase nunca havia meios aéreos (…) Ao longo de quase 40 anos fiz muitas reflexões sobre o tema da guerra colonial e aquela imagem do avião expressamente preparado para levar o camarada, nunca saiu do meu imaginário. Coloquei a mim próprio várias interrogações: para onde o teriam levado? O que lhe teria acontecido? Que mal teria feito? “

A Guerra Colonial foi um acontecimento dramático, trágico e traumatizante para mais de um milhão de jovens portugueses, obrigados a participar na repressão dos povos africanos de Angola, Guiné e Moçambique, em luta pela sua libertação e independência.

Mesmo para aqueles que ficaram na paz podre dos QG`s nas cidades, o relato dos acontecimentos com o cortejo de mortes, estropiamentos, massacres, torturas, e o conhecimento “in loco” da exploração desenfreada, maus tratos e repressão dos indígenas, não podia deixar ninguém indiferente.

Cavaco Silva ao apontar à juventude portuguesa actual, “ a mesma coragem, o mesmo desprendimento e a mesma determinação com que os jovens de há 50 anos assumiram a sua participação na guerra do ultramar”, coloca-se no campo dos saudosistas/ militaristas que fizeram das guerras em África um negócio de sangue, um modo de sobrevivência do regime fascista e ainda hoje sonham com o Império! …

Se na altura a obnubilação da consciência pela propaganda facciosa e patrioteira, podia explicar o conformismo e o carreirismo de alguns jovens milicianos e profissionais (mais que a adesão ideológica), a tomada de consciência com o 25 de Abril, levou a uma atitude crítica e de distanciamento, como refere C. Mourato, que volto a transcrever com a devida vénia: “ Felizmente que o 25 de Abril e os horizontes que abriu a quem quis aproveitar, deram-me respostas a estas interrogações. O jovem militar rebelde tinha, para a época, uma visão e uma cultura política mais avançada. O regime não o tinha conseguido formatar.”

Voltemos ao discurso do senhor presidente da República. Se algum comportamento pode ser relevado como sobressalto cívico, é o daqueles que se exilaram para não participarem na desdita de sufocar em sangue e morte o direito inalienável dos povos africanos à autodeterminação e independência.

No sentido de participação generosa deverá ser evocada sobretudo a coragem, o desprendimento e a determinação daqueles que sacrificaram a liberdade, a vida familiar e profissional, muitas vezes o próprio futuro, lutando por dentro do aparelho militarista para por fim ao desvario colonialista.

De forma determinante deverá ser enaltecida a coragem e o patriotismo dos jovens “capitães de Abril”, que interpretando o mais alto sentimento dignificador da Pátria vilipendiada, puseram fim, com risco e prejuízo da sua fazenda, ao regime colonialista-fascista de Salazar e Caetano.

Em última análise poderia ser valorizada a honra e coragem de dezenas de milhares de jovens africanos que morreram combatendo pela dignidade e libertação das suas terras.

Só estes jovens militares antifascistas e anti colonialistas dos anos 60 e 70 do século passado, têm direito à exemplificação histórica e a serem apontados, pela sua insubmissão e revolta, às modernas gerações que têm a responsabilidade de redimirem hoje a Pátria Portuguesa da desgraça neoliberal e capitalista em que os novos “vendilhões do templo e senhores da guerra” (continuados detentores do poder), a estão a afundar. Também com a responsabilidade do actual Presidente da República!

Em nome de todos aqueles que perseguidos, presos, torturados, despromovidos, humilhados, exilados, traumatizados, deram o melhor da sua generosidade idealista e revolucionária pelo fim da Guerra Colonial, e pela redenção da Pátria Portuguesa, exigimos a correcção da interpretação histórica reaccionária feita pelo presidente da República de Portugal.

Armando de Sousa Teixeira
(ex-cadete, ex-furriel e ex-soldado do Exército Português, com o nº 09420870, mobilizado em Moçambique, 1972/74)

quarta-feira, 9 de março de 2011

SOU O MOURATO E MORO NO ALENTEJO!

Olá amigos da guerra colonial em Moçambique:
Apresento-me:
Sou o Mourato, moro no Alentejo, em Portalegre e estive na guerra em Moçambique.


Fazia parte da C.CAC 4241/72 que esteve em CHIPERA, província de Tete desde Agosto de 1972 a Março de 1974. Depois fomos para a Gorongosa, aldeamento do Chitengo na província da Beira. Regressámos à metrópole em fins de Setembro de 1974, com 26 de meses de Ultramar em cima da pele. A razão deste e-mail tem o seguinte objectivo:
Ultimamente à medida que a febre da Internet avança, o tema da guerra colonial tem sido muito glosado havendo centenas de sites e artigos sobre o assunto. Os camaradas que por lá passaram, à medida que os cabelos vão branqueando (e caindo na maioria dos casos), são invadidos por memórias inolvidáveis das vicissitudes ali experimentadas.
A nós une-nos aquele espaço físico chamado aldeamento da CHIPERA, cercado de morros (aquele em frente era atroz - parecia que servia de tampão para não escaparmos dali) onde cada um à sua maneira entre 1968 e 1974 "estagiou" teve sonhos, foi invadido por sentimentos de desânimo, revolta, sofrimento.
Tenho alguma documentação e noticias actuais sobre a Chipera. E tenho também a história das unidades militares que estiveram em Chipera, com o nome e posto de todos os elementos que as compunham. E ainda a data e o nome da maioria das operações que cada uma fez. Tudo isto recolhido no arquivo militar do exército.
Foram sete as unidades militares que passaram por Chipera, a saber:
PRIMEIRA - Companhia de Cavalaria 2416 – Comissão entre 1968 e 1970
SEGUNDA-CCS do B.CAÇ 2875 – Comissão entre 1969 e 1971
TERCEIRA – CAÇ 2756 – Comissão entre 1970 e 1972
QUARTA – CCS do B.CAÇ 3843 – Comissão entre 1971 e 1973
QUINTA – C.CAÇ 4241 – Comissão entre 1972 e 1974
SEXTA – CCS do B.CAÇ 4810 – Comissão entre 1972 e 1974
SÉTIMA – CART 7258 – Comissão entre 1973 e 1974
Como disse tenho a história destas 7 unidades e o nome dos elementos que as compunham. À medida que vá digitalizando os documentos irei enviando para vós, assim como irei enviando algumas fotos e também alguns artigos sobre a realidade actual da Chipera.
E porque não juntarmos num dia nos célebres convívios de ex-combatentes elementos representativos das 7 unidades que por lá passaram, cada um contando a sua experiência da época.
Fiquem a "matutar" na ideia e deem feed-back. Estão autorizados a darem o meu mail aos camaradas que conheçam para eles me contactarem por mail e eu aumentar a lista.
Afinal com as novas tecnologias tanto trabalho dá enviar para 1 como para 100.
Além disso, poderemos dizer como o nosso épico do século XVI também a propósito das questões ultramarinas, agora com os novos instrumentos tecnológicos:
Mailando, espalharei por toda a parte
Se a tanto me ajudar o engenho e a arte
heheheheehheheheheheheh (grande herói de pacotilha, eu até era aramista)
Um abraço cá do Mourato alentejano

José Abílio Mourato
Portalegre

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

BCAÇ 4810

Do ex-camarada António Marquês recebi a seguinte mensagem:

Sou o furriel miliciano de armamento do BCaç 4810 que foi substituir o BCaç 3843 em Out. de 1972, em Chipera. Tive conhecimento do teu blogue apenas e infelizmente hoje, através de correio encaminhado pelo Alf. Leite da 4241, vindo, por sua vez, do Mourato, mas já o divulguei por 8 camaradas que também passaram por Chipera e Chiringa. Como é natural, fiquei muito contente por saber da existência de um repositório de imagens e palavras que retratam o nosso passado comum numa guerra que fomos obrigados a fazer em nome de interesses que não eram os nossos e que, para nós, teve apenas um lado bom: a criação de profundas amizades que o tempo, ao contrário do que é habitual, foi sedimentando. Obrigado pelo teu esforço e tempo perdido na criação e manutenção desse arquivo de memó-rias na forma do BCaç 3843.

Como é evidente, não tenho a mais pequena réstia de memória de ti nem de qualquer outro camarada da CCS do vosso batalhão. Nem tão pouco do furriel que me passou o armamento. Foram 3 dias (se não me engano) de sobre-posição e nós, os maçaricos, estávamos mais preocupados em olhar os morros de onde nos disseram haver tantos perigos, do que propriamente em fixar rostos ou nomes.

Não sei se vocês têm feito alguns almoços de confraternização. Nós começámos em 82 e ainda não parámos. O próximo será em Lisboa, sempre por volta da data de 5 de Outubro, dia do nosso embarque para lá.

Aproveito para te mandar alguma coisa que tem Chipera, e a nossa estadia por lá, como ponto de partida. A saber: capa do livro que publiquei em 1981, juntamente com um jornalista do DL e um sargento “pára” deficiente, que acolheu os depoimentos de cerca de 20 colegas meus de trabalho da altura, todos com passagem pela guerra colo-nial. Algumas cópias de registos do "diário" que escrevi em Chipera, que está a ser publicado por um jornal local aqui do Seixal. Por fim, algumas fotos que mostram Chipera (entre elas vais rever o pobre Mafunga com as suas latas de recolha dos restos do refeitório das praças - triste imagem de 400 anos de civilização) e a vivência da malta que lá estava obrigada.


 
Mais uma vez, o meu obrigado.
Recebe um abraço do Marquês.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

DO OUTRO LADO DO TEMPO

Mais umas imagens do outro lado do tempo. E que tempo esse!
A saudosa terra que nos traz à memória alegria e tristeza, amor e raiva e uma sentimento de revolta e de mágoa. Não podemos jamais esquecer aquele país, aquelas gentes, aqueles cheiros da terra molhada e prenhe de acácias, e bungavílias. Quão enebriantes eram aqueles aromas que só Mãe-Africa possui?
Matai as saudades e percam uma horas na reminiscencia do outro lado dos tempos. Relembrem o que de melhor tem a vossa memória e chorem as lágrimas que guardaram na alma durante este tempo de ausencia. Aliviam podem crer...


Tete e Cabora Bassa - no outro lado do tempo
Enviado por malhanga. - Descubra vídeos sobre pessoas, família e amigos.


Quelimane - no outro lado do tempo
Enviado por malhanga. - Descubra vídeos sobre pessoas, família e amigos.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

AINDA SE RECORDAM?


Eram de um verde selva, lindas e brilhantes! Sempre que tinha uma era dia de festa! Recordo com emoção o dia em que o 1º Sargento Careto, sobre a sua secretária tinha "montanhas" de notas para distribuir pelos soldados como forma de pagamento do Pré. Nesse dia a festa durava até a luz se apagar.

Nesta foto o 1º Sargento Careto e eu.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A VOZ DA REVOLUÇÃO

Do Blog do meu amigo José Louro, captei estas imagens, sempre notórias, visto fazerem referência não só ao tempo como à zona. Consta no jornal da Frelimo algumas actividades referenciadas no distrito de TETE, zona de Chicoa e proximidades. Pela sua importância enquanto documento histórico aqui quero agradecer ao José Louro pela cedência destas imagens, que podem ser vistas na integra no seguinte endereço: http://o-lado-oposto.blogspot.com/


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

HÁ FACTOS QUE JAMAIS SE ESQUECEM.

Olá, amigo Pessa
Estas imagens revelam bem a dureza daquela vida e a resistência física e psicológica que muitas vezes era necessária para a enfrentar.
Não fiquei naquela maldita guerra ( que muitos querem branquear) por um triz. Um dia, depois de um forte tiroteio na picada, perto do aldeamento da Chiboea, tive de pedir ajuda ao enfermeiro porque o sangue que me corria da cabeça era muito. Meu Furriel, disse-me ele, foi uma bala que o atingiu de raspão e lhe queimou uma parte do couro cabeludo. Lá veio o helicóptero e lá fui mais uma vez parar ao hospital de Tete. Enfim, coisas que nunca mais esquecem.
Um abraço
Afonso Gil
Cenas da guerra:

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O MAJOR EMIDIO VICENTE

Fotos tiradas pelo Major Vicente algures em África, num daqueles momentos de instinto. A primeira foi premiada, e é demonstrativa do poder real da guerra, não deixa dúvidas a quem lá esteve que o perigo espreitava a cada momento.
Parabéns Maj. Vicente e obrigado por partilhar connosco esses momentos.








segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

LÁ LONGE ONDE O SOL CASTIGA MAIS

"Onde o sol castiga mais".

"Quem nunca viu,
nem nunca andou
a combater
não dá valor
nem sabe o que é sofrer
ter de matar, para não morrer
Saber sofrer sem chorar
saber chorar sorrindo
Lá longe
Onde o Sol castiga mais
não há suspiros nem ais
Há coragem e dor
e à noite com os olhos postos nos Céus
rogamos ao nosso Deus que nos dê a Salvação.
E quando alguèm do nosso grupo cai
ainda piora, ainda sofremos mais
Faz-no sentir,faz-no pensar:
talvez da pròxima vez,
seja eu quem vá tombar".
Letra e Música de Paco Bandeira.
Uma homenagem aos combatentes Portugueses que cairam em terras do Ultramar.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

CONSTRUÇÃO DE UM ABRIGO

A construção de um abrigo anti-morteiro é uma questão muito relevante em contextos de conflito e segurança, especialmente em áreas onde há risco de ataques com armas de artilharia ou morteiros. Esses abrigos são projetados para proteger os indivíduos de explosões e fragmentos resultantes de tais ataques. Aqui estão alguns aspectos importantes a considerar na construção de um abrigo anti-morteiro:
1. Localização
A escolha do local é fundamental. 
O abrigo deve ser construído em uma área que minimize a exposição a áreas de impacto previsíveis. Idealmente, deve estar afastado de estruturas que possam ser alvos diretos.
2. Materiais
Os materiais utilizados na construção devem ser capazes de suportar impactos e explosões. Geralmente, recomenda-se o uso de:
  • - Betão armado: Oferece alta resistência e durabilidade.
  • - Aço: Pode ser utilizado em combinação com betão para aumentar a resistência.
  • - Terra e madeira: Camadas de madeira e terra podem ser usadas como amortecedores naturais contra explosões.
3. Estrutura
A estrutura do abrigo deve ser projetada para suportar pressões extremas e ondas de choque. 
4. Acessos
As entradas devem ser projetadas para minimizar a exposição. Portas blindadas e, se possível, um sistema de entrada em ângulo (como um corredor) podem ajudar a proteger os ocupantes.
5. Ventilação e Conforto
Embora a segurança seja a prioridade, a ventilação adequada é crucial para garantir a sobrevivência em situações prolongadas. Sistemas de ventilação que possam ser selados durante um ataque são recomendados.
6. Equipamentos e Suprimentos
Um abrigo anti-morteiro deve estar equipado com suprimentos essenciais, como água, alimentos não perecíveis, kits de primeiros socorros e meios de comunicação para alertar sobre a situação externa.
7. Treinamento e Planos de Emergência
Além da construção física, é importante que os ocupantes sejam treinados sobre como agir em caso de um ataque. Planos de emergência devem ser estabelecidos e praticados regularmente.
8. **Manutenção
A manutenção regular do abrigo garante que ele permaneça em boas condições e pronto para uso em caso de necessidade.
Considerações Finais
A construção de um abrigo anti-morteiro é uma abordagem prática para a proteção em situações de risco. No entanto, a prevenção de conflitos e a busca por soluções pacíficas são sempre as melhores estratégias a longo prazo.
Durante a guerra do Ultramar foram muitos os abrigos que se construíram com a força e o suor dos soldados portugueses.
Na foto, da Esqª p/Dtª : Miguel (bate-chapas); Vitor Vera (condutor) e Veloso (mecânico).

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

ENCONTRO DO BCAÇ 3843 - 1995 - 2ª parte

Fotos enviadas pelo nosso camarada Braz Lopes e que referem o Encontro de 1995. (2ª parte)
 
 
 
 
 
 
 

ENCONTRO DO BCAÇ 3843 - 1995 - 1ª parte

Fotos enviadas pelo nosso camarada Braz Lopes e que referem o Encontro de 1995. (1ª parte)
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O BRAZ LOPES

Do nosso companheiro Braz Lopes, recebemos as fotos que se seguem.

O ABRAÇOS PALMA

O nosso companheiro Abraços Palma enviou estas fotos, depois de mais uma visita ao baú de recordações da tropa.
Na 1ª fotografia segundo o Palma, é só malta de Serpa (o Palma, Massapina e o saudoso Amarelinho Parelho).
Depois aparece o Palma com um ar todo enternecedor com uma "Muana" ao colo.

Por último da esquerda para a direita, estão o Lúcio, o Palma e o Marques (bacano).