sábado, 3 de junho de 2017

3 JUNHO DE 2017

...e foi o GRANDE 25º ENCONTRO do BCaç 3843.
Conforme estava previsto realizou-se hoje dia 3 de Junho de 2017, o tão esperado evento, a reunião dos antigos combatentes do Ultramar que fizeram parte integrante do Batalhão de Caçadores 3843, nomeadamente da CCS.
Claro que como família que somos as portas estão sempre abertas para os restantes membros, desta família, que fizeram parte das companhias 3355, 3356 e 3357.
Lamentavelmente vai-se notando de ano para ano uma redução nos efectivos, fruto da idade ou do desgaste que alguns lhe deram.
Em relação ao evento aqui ficam as fotos.

















































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1 comentário:


  1. Com a devida vénia transcrevo no blogue, o e-mail que acabei de enviar para muitos camaradas de armas que estiveram na chipera, Tete, Moçambique e que faziam parte da C.CAÇ 4241 e CCS do B.CAÇ 4810
    Camaradas ex-Combatentes da C.CAÇ 4241 e CCS do B.CAÇ 4810
    Reencaminho este e-mail que recebi do amigo Pessa, com mais um almoço convivio do B.CAÇ 3843, cuja CCS esteve na Chipera antes de nós e com os quais ainda lá estivemos 2 meses a preparar a rendição, antes de eles partirem para Mocuba, onde cumpriram o resto da comissão.
    Recordo que o Pessa é o grande dinamizador na divulgação de eventos e recolha de dados que perpetuam a nossa memória na guerra colonial em Moçambique, nomeadamente na Chipera, distrito de TETE onde o acaso nos juntou.
    Conforme se nota nalgumas fotos, no convivio da 3843, também participaram os nossos camaradas da C.CAÇ 4241, o Cardoso (sempre o Cardoso) o Numes e o Pinto.
    Uma menção especial para o Cmdt do B.CAÇ 3843 Major Figueiredo, que apesar da idade se mantém sempre jovem, atencioso e alerta ao que o rodeia.
    E eu que o diga eu, quando no inicio de Setembro de 1972, quando se deslocou à Chipera um helicóptero, cujo piloto se prontificou a ir levar correio a 2 pelotões que estavam no mato e atabalhoadamente troquei o maço dos aerogramas, tendo seguido o do pessoal que não estava no mato originando a que o piloto tivesse que voltar para trás para levar o correio certo ou seja entregar finalmente a "carta a Garcia". Ainda parece que estou a ouvir o vozeirão do major Figueiredo, quando viu de novo o helicóptero e o piloto a dizer que aquele correio não era para os homens do mato. Mandem-me lá chamar o escriturário que trocou o correio. "Olha meu sacana se o helicóptero cair, vais ver o que te acontece. Meu major, retorqui tremendo: lamento imenso mas assim à pressa acontece a qualquer um. Por fim O helicóptero levantou de novo com o correio certo e eu rezei durante meia hora, para que não se despenhasse.
    Que Deus preserve por muitos anos o Major Figueiredo pela rectidão da sua conduta com os subalternos e ainda mais pelo papel psicológico que teve junto da C.CAÇ 4241, quando ficámos orfãos pelo trágico desaparecimento do nosso comandante, capitão Cunha.
    Fiquem bem, fiquem com esta pequena estória da grande história
    Abraço a todos
    José Abílio Mourato
    Portalegre

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O BCaç 3843 agradece o comentário.